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Só tu me fodes assim!


Peguei na mala e no casaco e saí porta fora...
Estava um fim de tarde espectacular. Céu azul, temperatura amena e um sol brilhante que despertava ainda mais o desejo que sentia por ti!
Desesperava pela vontade te de beijar, de te tocar, de te lamber, de te chupar, de te ter dentro de mim...
A recordação da tua figura provoca-me, dá-me vontade de me descontrolar, de me libertar, de cometer loucuras nunca antes pensadas!

Num ápice e sem pensar, peguei no telemóvel e liguei para ti...

- Oi, sim, sou eu. Esta noite quero-te! Até já, vou agora para aí...

Rasguei a estrada invadida pela louca vontade de te possuir, movida pela volúpia, pela loucura, pelo desejo de sentir a tua carne masculina!
Não querendo ser convencida, estava convicta que irias adorar a minha visita!
Afinal, toda eu era desejo, pura provocação, um poço de imaginação para pôr em prática!

Parei mesmo em frente ao teu prédio, subi até ao 7º piso. Retoquei o baton no espelho do elevador, vaporizei uma boa dose de perfume e estava pronta para te enfrentar!
Sentia-me viva, pulsante, chamativa, louca para te dar prazer...
Finalmente a porta abriu-se e lá estavas tu perante mim com esse teu característico olhar à EL MATADOR...
Recebeste-me com um beijo avassalador, quente, intenso... Deslizei os meus dedos pelo teu peito desnudado, forte, firme...
Arrastados pela volúpia, entrámos em casa... Não perdes tempo tu... Agarraste-me pelos cabelos enquanto ergueste a minha saia com a outra mão...
A dimensão da excitação, a busca do teu prazer, o suor que estremecia o teu corpo fizeram-me delirar...
Absorvi o teu cheiro, os teus dedos dentro de mim, o sussurrar das primeiras palavras desconexas...
Provei o teu sabor agridoce, chupando-te sem inibições, sem preconceitos, sem limites... profundamente, com vontade, com pressa...
A respiração ofegante, a saia enrolada na cintura, o domínio que tinha sobre ti... hum... toda eu era tua!
Encostaste-me contra a parede, abriste-me as pernas, rasgaste a minha tanga, ergueste uma das minhas pernas e bebeste a minha humidade!
Sentia-me louca, soltei um grito, mais outro e outro... Fechei os olhos, a emoção, a pressão da tua mão nos meus seios, a loucura de estar ali contigo deixaram-me em delírio total!
Finalmente o teu quarto, o rebolar dos nossos corpos na cama, o prazer, a luxúria, a paixão, a foda!
Ali estavam dois corpos sedentos de sexo, sussurrantes, suados, ansiosos por se fundirem...
Os movimentos, a pressão dos teus dedos, os meus mamilos devorados por uma língua selvagem, o teu sexo dentro de mim!
Os meus pulsos presos pelas tuas mãos, a penetração, o gemer desenfreado, as estocadas cada vez mais fortes, o ritmo acelerado, o jorro... O pulsar das veias... O orgasmo cada vez mais próximo...
A tua voz no meu ouvido:

- Só tu me fodes assim!
 
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