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RELATO DE MARIDO CORNO: MINHA ESPOSA NO CAMPING COM DOIS AMIGOS ...

Somos um casal apaixonado, na faixa dos 43/38 anos, casados há sete e moramos no Rio de Janeiro. Meu nome é César e o dela Beatriz. Minha esposa é uma loirinha maravilhosa, gostosa e muito safada e adora sexo sem restrições.
Desde o início do nosso relacionamento tínhamos um tesão muito acima da média. Até que um dia surgiu o papo de termos outra pessoa na cama. Eu imaginava muito ver minha esposa com outro homem. No início ela estranhou, mas depois acabou curtindo a fantasia. Assim, sempre que transávamos, o assunto era recorrente.
Pouco tempo atrás conseguimos colocar em prática nossa fantasia (veja o conto anterior). Foi a primeira vez que Beatriz transou com outro homem e achamos delicioso.
Próximo ao fim do ano de 2012 resolvemos acampar no litoral norte de São Paulo, na semana do réveillon, em um camping maravilhoso. Logo que chegamos montamos nossa barraca e fizemos várias amizades.
Dentre elas, conhecemos dois rapazes que estavam acampando juntos. Eram de São Paulo e muito simpáticos. Nos convidaram a tomar umas cervejas perto das barracas deles. Era tudo muito bem organizado. Ficamos bebericando e conversando até altas horas.
Já era madrugada quando nos despedimos e fomos para nossa barraca. Logo começamos a nossa sacanagem. Beatriz ficou mamando minha rola durante um bom tempo. Quando ela parou e pediu para que chupar sua buceta notei que ela estava muito molhada. Não resisti e perguntei`
- porque você está tão excitada amor?
Ela respondeu:
- não sei amor, não sei.
Eu tive que insistir:
- tá pensando sacanagem, hein?
Ela retrucou:
- ahã.
Coloquei Beatriz de quatro e atolei minha pica na buceta dela. Entrou fácil com a lubrificação natural que a encharcava.
Comecei a falar sacanagens para ela:
- fala pra mim o que você está pensando, sua putinha.
Ela respondeu:
- tava pensando no Márcio e no João amor. O Márcio não parava de me olhar. Achei que você tinha percebido.
Aquilo foi o estopim. Tentei desacelerar os movimentos mas acabei gozando como um louco.
Eu a beijei e perguntei:
- você tem coragem amor? Ela respondeu:
- só se você autorizar.
No dia seguinte fomos à praia e levamos algumas cervejas. No fim da tarde retornamos meio altos pela bebida. Tomamos banho e ao retornar a nossa barraca encontramos com Márcio e João.
- e aí, por onde andaram hoje? - Perguntou Márcio.
- na praia - Respondi.
- hoje vai rolar um churrasco lá na nossa barraca, apareçam por lá.
- claro, pode deixar, quer que leve alguma coisa? - Eu perguntei.
Então ele respondeu:
- Não precisa. Basta a presença de vocês.
Por volta das 21:00 fomos até a barraca. Márcio já estava comandando a churrasqueira. Havia muita bebida: cerveja, vodka, cachaça. Eu e minha esposa nos sentamos em cadeiras de praia e começamos a beber. Márcio de vez em quando olhava direto para minha esposa. João era mais discreto. Lá para as onze da noite bateu o sono. Sob protestos nos retiramos e fomos para a barraca.
Nesse dia nem rolou sexo. Mal cheguei com Beatriz e apaguei. Recordo-me de acordar de repente. Olhei para o lado e Beatriz não estava. Já eram 2:30 da manhã. Meu coração disparou.
- Onde estaria Beatriz? – Indaguei.
Fiquei inquieto e resolvi esperar. Deve ter ido ao banheiro, pensei. Meia hora depois e ela ainda não retornara. Resolvi sair para procurá-la. Quando comecei a colocar a roupa ela entrou. Perguntei:
- Onde você estava?
- Na barraca dos meninos – ela respondeu - Perdi o sono e fui ao banheiro, quando retornava eles me viram e me convidaram. Parei lá para beber mais um pouquinho – completou a frase.
Antes que eu dissesse outra coisa ela deitou, levantou o vestido e disse:
- amor, olha só minha bucetinha. Você não queria ser corninho?
Quase desmaiei, cheguei a ficar zonzo. Ela estava sem calcinha e com a buceta cheia de porra em cima do grelo, escorrendo pelas pernas e pelo cuzinho, ambos visivelmente arrombados. Não pensei duas vezes. Caí de boca.
Beatriz começou a rebolar na minha boca dizendo:
- lambe, lambe o leitinho que eu trouxe pra você.
Fiquei desesperado. Limpei a buceta inteira. Ela estava vermelha e inchada.
Subi em cima de Beatriz, ajeitei minha pica na entrada e empurrei. Minha pica deslizou pelo canal alagado de porra de outro macho.
- Me conta amor, o que você fez?
Enquanto eu metia desesperadamente Beatriz me contou que levantou assim que deitamos e foi até o banheiro.
--------A partir deste momento os fatos são narrados pela Beatriz --------
Assim que o César apagou eu fiquei mexendo na cama. Estava morrendo de tesão. Resolvi ir até o banheiro. Na volta passou ouvi a gargalhada dos meninos e me aproximei. Eles me viram e me convidaram para sentar um pouco. Começamos a beber e rir juntos.
Pouco tempo depois começou a chover muito forte e todos correram para as barracas. João correu para a dele e Márcio para a outra. Como a de Márcio era maior, eu corri para a dele.
- Me molhei toda – eu disse.
- Pega minha toalha e se seca - disse Márcio.
Peguei a toalha e comecei a me secar.
- Cadê seu marido? - perguntou Márcio.
- Está dormindo - respondi.
Márcio então não perdeu tempo:
- Ele é louco em deixar uma mulher assim sair sozinha no camping.
Eu retruquei:
- Ele não é louco, ele sabe a mulher que tem e que não pode guardar só pra ele.
Márcio ficou mudo. Pedi para que ele secasse minhas costas. Márcio não perdeu tempo. Começou a secá-las. Abaixei as alças do vestido para facilitar. Ele chegou perto e começou a beijar minhas costas. Fechei os olhos. Era tarde, Márcio encostou na minha bunda e agarrou meus seios.
Meu vestido caiu me deixando apenas de calcinha. Márcio me conduziu para a cama e passou a lamber meus seios. Eu já não tinha mais vontade própria, estava entregue, minha buceta piscava.
Márcio tirou minha calcinha e começou a chupar a minha buceta, e que chupada. Cada lambida um sussurro. Ele ficou uns dez minutos e me fez chegar a um orgasmo maravilhoso.
Márcio então tirou a camisa e a bermuda, lambeu novamente minha buceta e cravou a rola nela, num papai mamãe, passando a socar com força, do jeito que eu gosto.
Estava uma delícia. Eu nem tinha acabado de gozar e ele ali, socando minha bucetinha. Aquele exemplar de macho sabia realmente fuder.
Em seguida, pediu para que eu ficasse de quatro. Obedeci imediatamente. Márcio enfiou novamente na buceta e continuou socando. Eu só gemia e rebolava. Passei a mão por trás da minha buceta e fiquei acariciando as bolas dele.
Nisso entra na barraca o João. Ele sorri e fica olhando. Márcio vira para o seu parceiro e diz:
- entra meu amigo. Dá a rola para ela chupar.
João tirou a roupa e meteu a pica na minha boca. Uma pica maravilhosa, muito maior e mais grossa que a de Márcio. Ficamos assim alguns minutos.
Então João pediu para inverter a posição. João colocou na entrada da minha buceta e começou a forçar. Apesar de extremamente lubrificada e já arrombada por Márcio, a pica de João não entrou tão fácil.
Vencida a barreira inicial, João começou o vai e vem suavemente. Poucos minutos depois João socava a pica na minha buceta sem dó enquanto Márcio aproveitava um delicioso boquete, minha especialidade.
Alguns minutos depois Márcio anunciou seu gozo. Continuei chupando aquela rola e ele gozou desesperadamente, não parei um minuto sorvendo todo o liquido de Márcio.
João, então, passou o dedo no meu cuzinho e pedi para ele meter logo aquela rola. Passou um pouco de saliva e deu início à penetração. Senti ele encostar as bolas na minha buceta. Estava tudo lá dentro. Ele começou a mexer bem devagar, até que eu acostumasse. Senti um tesão indescritível. Enquanto um macho que eu mal conhecia socava meu cuzinho outro ficava olhando e batendo punheta. Isso tudo com meu maridinho pertinho dali, dormindo.
João passou a socar com mais força. Senti o pau dele inchando.
Voltei a mamar o pau de Márcio que estava deitado na minha frente. Aos poucos o pau dele foi endurecendo na minha boca.
Ficamos assim um bom tempo, até que pedi para parar um pouco e subi em cima do pau de Márcio, alojando-o na minha buceta encharcada.
Assim que a pica de Márcio entrou na minha na minha buceta eu chamei João e disse:
- vem João, enfia de novo no meu cu.
João pincelou o pau na entrada do cuzinho e enfiou tudo.
Eles ficaram bombando por vários minutos e me fizeram gozar muito gostoso. Quando João anunciou o gozo, Márcio começou a gozar também. Uma loucura.
Coloquei a roupa e saí, sem antes ouvir de Márcio que ele iria ficar com a minha calcinha de recordação.
--------A partir deste momento os fatos são narrados por César --------
Ao ouvir o que tinha acontecido da boca da minha esposa, eu gozei como um cavalo. Beijei-a loucamente e agradeci aqueles momentos. Nunca tinha sentido tanto prazer como aquele. Senti-me o homem mais realizado deste mundo. Era uma delícia a sensação de ver minha mulher comida e usada por outros machos.
Ela ainda me perguntou:
- gostou amor?
Eu respondi:
- sim, claro.
Ela ainda questionou:
- Você me autoriza fazer isso de novo?
Eu só pude dar um sorriso e dizer:
- sim minha linda, autorizo.
Durante o resto do passeio rolaram outras transas com os meninos, mas fica para a próxima.
 
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