Home » » MEU PRIMEIRO CHIFRE FOI NO BANCO DE TRAS DO CARRO

MEU PRIMEIRO CHIFRE FOI NO BANCO DE TRAS DO CARRO


Os nomes retratados aqui nesse conto, são nomes fictícios. Me chamo Sergio tenho 38 anos, 1,84m 92kilos, cabelos castanhos claros, casado há 13 anos com Marli, uma morena de 42 anos, muito bonita, 1,70m 80kilos bem distribuídos, com seios proporcionais, coxas grossas e bunda grande.
Iniciamos nosso relacionamento de forma normal, ciúmes e muitas brigas como é normal na maioria dos relacionamentos.
Com o passar dos anos fomos nos adaptando, e em nossas transas era normal falarmos uma besteira ou outra, mas sempre, caiamos na mesma fantasia, um ménage masculino, o tempo foi passando e cada vez mais nos excitava a ideia. Na hora da excitação, falávamos que iriamos a algum Club de swing, mas depois que terminávamos, nenhum dos dois tocava no assunto.
Era claro, estávamos contagiados por aquele desejo, pois quando a relação pegava fogo, íamos a loucura, mais no dia seguinte, tudo voltava a estaca zero.
Como é normal no relacionamento o tempo foi passando e as coisas esfriando, iniciaram-se as brigas, as desconfianças, enfim nada acontecia, mais cada dia um motivo diferente para uma nova briga. Todos sabem que apesar de após uma briga sempre haver a reconciliação(que é uma delicia), as vezes falamos ou fazemos coisas que vão arranhando o relacionamento, muitas vezes esse arranhão se torna um grande problema, e quando percebemos se transforma em um grande amassado. Resumindo, inevitavelmente um dos dois por vingança ou até para se auto firmar acaba pisando na bola. Porque comigo seria diferente, me apressei e dei aquela pisada, acabei com tudo, coloquei em jogo tudo que conquistamos, e enfim nos separamos por aproximadamente 01(um) mês, claro puta cagada, estava com a mulher certa e não percebia isso só enxergava os defeitos, mais a distancia acabou por abrir meus olhos, a saudade bateu e resolvi voltar pra casa. No inicio ela me aceitou, até por eu não ter mais onde ficar, porem, com muitas restrições, entre elas quarto separado e nada de relação.
Apos alguns dias de convivência na mesma casa, acabamos nos interessando um pelo outro novamente, porem ela deixou bem claro que iria se vingar de mim.
Não demorou muito tempo, ela resolveu se arrumar e disse com todas as palavras que, iria se encontrar com um antigo namorado, e eu não deveria falar nada, pois eu errei muito e não tinha o direito de achar aquilo errado. Na hora foi o que realmente fiz, apesar de no inicio não aceitar, me calei para ver no que ia dar aquilo, até achava que ela não teria coragem de fazer nada, afinal estávamos quase que juntos novamente. Me lembro que na época eu trabalhava a noite e naquela noite tinha que trabalhar. E assim fui ao trabalho com uma mistura de raiva, desconfiança, mais com um fio de esperança que aquilo não passava de uma pegadinha, só para ver o que eu iria fazer.
Ao chegar no trabalho, não conseguia me concentrar, sentia um frio na espinha e barriga, ficava imaginando o que minha esposa estaria fazendo naquele momento, não tinha como sair para ter certeza que ela estava em casa, e telefonar não seria a solução, pois se sua intenção era me testar de certo ela não iria atender o telefone, isso só me deixava uma alternativa, esperar. Lá pelas tantas da noite, recebi um telefonema dela apenas para me dizer que ela já tinha chegado e estava bem, não aguentei e perguntei como tinha sido a noite, e ela apenas me respondeu ótima, mais agora vou dormir, amanha nos falamos. Ai as coisas se complicaram minha concentração acabou de vez, não conseguia fazer mais nada, a não ser pensar naquilo tudo.
No dia seguinte quase sai antes do fim do horário de trabalho, estava ansioso em saber o que acontecera.
Ao chegar em casa, eu a vi na cama deitada, dormindo como um anjo, não aguentei e acordei-a para saber o que tinha acontecido, era possível ver em seus olhos a satisfação em ter saído na noite anterior e feito o que passou a relatar com um prazer enorme.
Ela disse que tinha se encontrado com seu ex-namorado, conversaram um pouco, e de lá entraram no carro dele e seguiram para um lugar calmo, mais precisamente na garagem de uma obra, onde resolveram me dar o merecido troco. Marli começou nesse momento me descrever tudo que tinha feito com Ricardo, disse que no inicio foram para o banco de traz, rebateram o banco da frente e começaram a se beijar, depois disso, ela já o apalpando fez uma deliciosa chupeta, em seguida ele a posicionou de quatro e começou a chupar sua bucetinha e cuzinho até que ela ficasse louca e implorasse para ele começar a come-la, o que segundo ela não demorou, disse que fuderam gostoso e que ele a comeu com muita vontade, e de várias formas, disse que certa hora ele passou a cabeça do pau no seu cuzinho e que aquilo havia deixado ela louca, e que apesar da vontade ela não deu o cuzinho pra ele, coisa que também nunca tinha feito pra mim, porem, não conseguia esquecer aquilo e que voltaria a sair com ele só para dar o cuzinho bem gostoso.
Ao escutar seu relato fui tomado por uma vontade tão grande de possuir aquela puta pra mim, que não resisti, pulei em cima dela e comecei a fazer amor de uma forma desesperada, como nunca fiz antes. Por incrível que pareça me sentia feliz, realizado e não me conformava em não ter certeza que essa trepada teria acontecido realmente, porem, em quanto transava com ela e ela ia me contando tudo novamente sugeri que ela fosse novamente e que dessa vez me trouxesse provas de ter me corneado, pois aquilo havia me deixado muito feliz. E claro que depois de todo aquele tesão Marli disse que iria fazer mesmo, não porque eu pedi mais sim porque ela havia adorado me trair.
Mais essa nova aventura conto no próximo relato‼!
 
Support : Copyright © 2015. diariodeuna esposaobediente - All Rights Reserved